5h. Líder supremo do Irão está num local secreto

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Cinco horas. Bom dia, sou a Teresa Freires, são cinco da manhã, é hora de atualizar a informação. Este domingo fez-se história no Jamor. O Torreense é a primeira equipa da Segunda Liga a vencer uma Taça de Portugal. A equipa de Torres Vedras derrotou o Sporting por duas bolas a uma. Chegaram ao intervalo a vencer por uma bola a zero, com golo de Kevin Zhaì, marcado logo nos primeiros minutos da partida, mas na segunda parte os leões conseguiram igualar com golo de Suárez. O jogo acabou por ir a prolongamento e o Torreense voltou a adiantar-se no marcador com um penalti convertido por Stopira. No final da partida, o técnico leonino, Rui Borges, admitiu que a equipa teve dificuldades em concretizar.
Aconteceu que não conseguimos finalizar várias situações de finalização que poderíamos ter feito de melhor forma. E eles em dois lances acabam por ser felizes por conseguir naquilo que nós sabíamos que eles eram bons, o que nos podiam ferir, bolas paradas, esquemas táticos, acabam por marcar logo um golo numa fase inicial, o que leva a que é uma equipa muito competitiva defensivamente e nós nunca conseguimos ter uma consistência de jogo ao longo dos 90 minutos que nos levasse a ser melhores do que eles neste tempo regulamentar e que nos fizesse dar a volta ao resultado. Não fomos capazes, dar mérito ao adversário também naquilo que é a defesa da área.
Rui Borges, em declarações à RTP Notícias no fim da partida. Já do lado do Torreense, o treinador Luís Tralhão sublinhou que este foi um dia histórico.
Recordo-me na divisão das meias-finais me terem feito a pergunta se eu conhecia o treinador que tinha sido finalista da Taça com o Torreense, na altura não sabia, e respondi que gostava um dia de ser recordado como um dos finalistas. Não sou só eu, é o grupo inteiro. E eu depois deixei bem claro a todo o grupo que isto nunca se trata apenas de uma pessoa, de mim, mas sim de todos nós. Isto vai ficar para sempre gravado na história do Torreense e na história do futebol português, digamos.
O treinador do Torreense, Luís Tralhão, em declarações à RTP Notícias. Entretanto, a equipa rumou a Torres Vedras, onde festejaram junto à Câmara Municipal com a Taça. O treinador Luís Tralhão, na varanda, dirigiu algumas palavras aos adeptos que estavam presentes. O técnico garantiu que na próxima quinta-feira, no jogo frente ao Casa Pia, vai fazer tudo o que for possível para levar o clube à Primeira Divisão. Na atualidade da política nacional, o Chega e a Iniciativa Liberal pediram uma audição parlamentar urgente do Ministro da Administração Interna, do Secretário-Geral Adjunto demissionário e do General Paulo Viegas Nunes, que regressou à presidência do SIRESP. Em causa a notícia da demissão do Secretário-Geral Adjunto do Ministério da Administração Interna, conhecida este domingo. O Secretário-Geral Adjunto demissionário apontou graves irregularidades na gestão da rede pública do SIRESP durante a presidência do General do Exército Paulo Viegas Nunes, que na sexta-feira voltou a ser eleito para o cargo. A Iniciativa Liberal quer esclarecer as alegações de António Pombeiro, que considera serem extremamente graves. Numa declaração enviada à comunicação social, Rui Rocha afirma ainda que estas acusações colocam também em causa o próprio ministro Luís Neves, por nomear o general novamente para o cargo. Já o líder do Chega também quer uma audição parlamentar urgente. André Ventura questiona a integridade desta escolha para o SIRESP.
A demissão de um secretário-geral, que diz ter avisado o governo várias vezes de irregularidades cometidas, de gestão fraudulenta de dinheiro no âmbito do SIRESP, e que mesmo assim leva à nomeação de quem já tinha gerido o SIRESP entre 2022 e 2024, o caso do general Paulo Nunes, levanta as maiores suspeitas nesta nomeação e na integridade e desprendimento desta mesma nomeação.
André Ventura, que critica ainda o que chamou de silêncio ensurdecedor do Partido Socialista sobre este assunto.
O silêncio do Partido Socialista sobre esta matéria é também particularmente ensurdecedor. O facto de estar em silêncio por potencialmente estarem envolvidas pessoas que também o Partido Socialista nomeou ou permitiu que continuassem em funções e a cuja gestão fechou os olhos durante o período de 2022 a 2024, é particularmente grave no cenário em que estamos.
As declarações de André Ventura numa conferência de imprensa na sede nacional do Chega em Lisboa, onde rejeitou pedir para já a demissão do ministro Luís Neves. A defesa do autor do ataque com um cocktail Molotov na manifestação pró-vida apresentou um recurso contra a prisão preventiva, que foi aplicada a Nelson Vassalo em abril. O recurso foi apresentado esta semana e assenta em dois argumentos principais. O primeiro, de que o designer nunca quis atingir as pessoas que se encontravam junto à escadaria da Assembleia da República no dia 21 de março, quando ocorreu esta marcha. E segundo, que nunca houve uma motivação ideológica contra os membros de grupos pró-vida na base daquele ataque. A defesa do designer procura desmontar a tese da investigação e que o Ministério Público começou a montar cerca de duas semanas depois da detenção de Nelson Vassalo. Este é um artigo assinado pelo jornalista Pedro Reino e que faz manchete a esta hora no site do Observador.António José Seguro condena o ataque massivo da Rússia contra Kiev e apresenta sentidas condolências às famílias das vítimas. Numa nota publicada na página oficial da Presidência da República, o chefe de Estado mostra-se solidário com o povo ucraniano e reitera o empenho de Portugal numa solução que garanta paz justa, abrangente e duradoura. Na mesma nota, António José Seguro considera que qualquer ataque contra civis é inaceitável e representa uma violação do direito internacional humanitário. Em causa o ataque russo à capital ucraniana, na qual a Rússia confirmou ter utilizado o míssil hipersónico, utilizado agora pela terceira vez desde o início da guerra. Os serviços secretos dos Estados Unidos revelam que o líder supremo do Irão encontra-se isolado num local secreto. Só é possível contactá-lo através de uma rede complexa de mensageiros. A notícia é avançada pela CBS News, que cita vários responsáveis norte-americanos com conhecimentos do assunto. De acordo com este artigo, poucos responsáveis iranianos conhecem a localização de Ali Khamenei, o que explica os longos atrasos nas respostas iranianas às propostas dos Estados Unidos para um acordo que ponha fim ao conflito. Donald Trump confirma que o entendimento com o Irão não está fechado, garantindo que não faz maus acordos, uma informação avançada pelo próprio presidente norte-americano através da rede social Truth Social. Já uma fonte da diplomática dos Estados Unidos, citada pelo portal Axios, tinha dito que um eventual acordo de cessar-fogo entre os dois países, Estados Unidos e Irão, não seria assinado este domingo. A mesma fonte norte-americana disse ainda à Axios que a aprovação do acordo pela liderança iraniana poderá demorar vários dias, uma vez que ainda há assuntos importantes sobre os quais não existe um consenso. Atenção ainda para outra publicação de Donald Trump na rede social Truth Social. Divulgou uma imagem onde aparece uma aeronave com uma ogiva e uma mensagem onde se pode ler: "Obrigado pela atenção dada a este assunto". É o ponto final neste jornal das 17:00. A informação está de regresso às 17:30.
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