África do Sul e Canadá inauguram fase do "mata mata"

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16 avos no Canadá, passagem pelo Texas e Califórnia e final em New Jersey. Portugal vai ficar em Palm Beach até à véspera do jogo com a Croácia e depois, se vencer, avança de mala às costas.
“Começa um novo Mundial”. O percurso e a logistica de Portugal no “mata-mata”
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Inglaterra venceu o Panamá, depois de 45 minutos de pouca intensidade. Uma janela de maior velocidade abriu-se durante 20 minutos da segunda parte. Jude Bellingham e Harry Kane aproveitaram-na (0-2).
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Em Miami, Portugal jogou pela primeira vez fora de casa nas bancadas, ainda que as camisolas de Ronaldo tenham aparecido, uma vez mais, em grande número. Veja todas as fotografias do jogo.
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Diogo Costa defendeu com as mãos e as pernas, deu o corpo às balas em tudo mas houve sempre algo a atrapalhar a cabeça de uma Seleção que falhou muito a defender e não quis atacar (de)mais (0-0).
Diogo segurou tudo e mais alguma coisa. Mas para quê? (a crónica do Colômbia-Portugal)
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Num jogo que ninguém terá visto em Portugal, a RD Congo esteve a perder, mas deu a volta para vencer o Uzbequistão e garantir o apuramento para os 16 avos à boleia de um bis de Wissa (3-1).
Wissa, o homem que nunca dá uma batalha por perdida (a crónica do RD Congo-Uzbequistão)
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Oito anos depois, Martínez está na fase a eliminar do Mundial, embora tenha ficado longe da fase de grupos imaculada ao serviço da Bélgica. Selecionador diz que equipa precisa do “talento individual”.
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O central do Villarreal foi titular pela terceira vez no Mundial 2026 e fez a melhor exibição até agora, tornando-se um líder da defesa portuguesa que teve de travar o ataque da Colômbia.
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O Rock in Rio parou para ver a seleção nacional de futebol e no Porto, nos Aliados e na Praça D. João I milhares juntaram-se para apoiar Portugal contra a Colômbia. Empatou e o jogo “soube a pouco”.
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Diogo Costa foi o MVP, Rúben Dias e Renato Veiga tiveram a exibição mais segura deste Mundial e Dalot entrou bem ao intervalo mas a fisicalidade colombiana e o contexto do jogo “secaram” tudo o resto.
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Portugal voltou a não convencer frente à Colômbia e Ronaldo voltou a ser um dos mais visados, ao contrário de Diogo Costa, o “subestimado”. Eventual duelo com Espanha já aquece na imprensa espanhola.
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Diogo Costa “preferia ter ganho o jogo” em vez do prémio de melhor em campo. Dalot admitiu que Portugal “caiu no erro de deixar partir o jogo”. “Só faltou a bola entrar”, lamentou Rafael Leão.
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Lionel Messi foi poupado e começou no banco, mas só precisou de alguns minutos para carimbar a vitória da Argentina contra a Jordânia e voltar a marcar para alagar o próprio recorde (1-3).
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Depois do Euro-2016, tudo o que seja encontrar caminhos mais fáceis ou difíceis é relativo. No entanto, acabar em segundo e não no topo vai trazer uma fatura a Portugal. Ou duas: Croácia… e Espanha.
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Depois de Gijón, Kansas City. Voltou a cair para a Áustria, mas desta vez a Argélia também sorriu. As duas equipas jogaram para o empate, responderam quando o tiveram de fazer e foram felizes (3-3).
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Foram companheiros em Madrid seis anos, ganharam quatro Ligas dos Campeões no Real, estão no último Mundial da carreira. Agora só um vai seguir em frente. E as contas estão a jogam a favor da Seleção.
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Bom dia,
Abrimos aqui este liveblog, depois de um jogo entre Portugal e a Colômbia que terminou sem golos e que coloca a Seleção Nacional no caminho da Croácia, no jogo dos 16 avos da competição.
Para saber tudo o que se passou nas últimas horas, pode consultar o nosso minuto a minuto anterior.
Fique connosco, num dia em que entram em campo África do Sul e o Canadá — é esta noite, às 20h.
observador



